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A CRISE DE 1962 A 1967 E O MILAGRE ECONÔMICO

Trabalho elaborado como requisito parcial para composição da N-2, na disciplina de Economia Brasileira Contemporânea I, ministrada pelo professor: Mâncio Lima Cordeiro em Março de 2013.
1. INTRODUÇÃO               Este trabalho tem como objetivo abordar alguns aspectos da crises de 1962 à 1967 e o milagre econômico. Para tanto, descreve-se primeiramente o período de 1962, as heranças deixadas pelo Plano de Metas e instabilidade política do período. Depois se faz uma abordagem da política econômica do início do período militar, dando ênfase ao Programa de Ação Econômica do Governo – PAEG, e suas conseqüências para a economia. Em seguida, passa-se a falar sobre o milagre econômico, suas causas, características e conseqüências para o quadro econômico e social do país. Ao final, tem-se uma breve conclusão do assunto abordado.
2. A CRISE DE 1962               O período de Juscelino Kubitschek acabou deixando muitas heranças negativas para o período seguinte. Dentre elas, destacam-se a inflação…

As principais questões na evolução do pensamento econômico em poucas linhas

As principais questões na evolução do pensamento econômico foram: o que determina a riqueza e qual o objeto da economia, ou sua função. Os mercantilistas entendiam que o acúmulo de metais preciosos como o ouro e prata é que definiria a riqueza de uma nação. Assim, defendiam o superávit no balanço de pagamentos, incentivando as exportações e a intervenção estatal na economia.

Os Fisiocratas discordavam dos mercantilistas e diziam que a fonte da riqueza estava na terra. Também defendiam a não intervenção do Estado na economia, considerando a existência de uma lei natural. É nesta escola que surge a expressão laissez-faire (deixai fazer, deixai passar).

Smith afirmou que o que determina o valor da mercadoria é o trabalho contido nela. Em seu conceito de economia afirmou que esta deve ajudar no enriquecimento do soberano.

Já Ricardo partiu da teoria do valor-trabalho, mas considerou que a economia deve se preocupar com a distribuição da riqueza.

Por fim, Marz utiliza a teoria do valor-tra…

Relatório de Leitura: O Alicerce da Autoridade Bíblica

BOICE, James Montgomery. O Alicerce da Autoridade Bíblica. 2ª Ed. São Paulo: Vida, 1989, 196 p. 
Introdução
O objetivo do livro organizado por James Montgomery Boice, denominado “O Alicerce da Autoridade Bíblica”, é demonstrar que este “alicerce” é a inerrância bíblica, sendo que esta alcança não só as matérias relaciondadas a salvação e a ética, mas também a questões científicas e históricas. Para tanto, o livro é dividido em 06 artigos, além de uma introdução. Ao final, encontra-se como apêndice a Declaração de Chicago sobre a inerrância da Bíblia, a qual expressa o posicionamento dos autores sobre o assunto A introdução do livro é dada Francis A. Schaeffer, cujo título é “Deus dá ao seu povo uma segunda oportunidade”. Em dado momento histórico,  o autor mostra que o controle dos seminários pelos teólogos liberais causou a impregnação nas denominações tradicionais desta teologia. Nesse quadro, muitos abandonaram estas denominações (caso do autor do artigo) e outros resolveram se manter…

História e Doutrinas da Igreja do Evangelho Quadrangular

Trabalho apresentado na disciplina de Denominações e Seitas, ministrada pelo Prof. Adilson José Serafin, no SPBC-RO em 2016.

Introdução
O presente trabalho consiste em uma pesquisa sobre a história da Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ). O trabalho encontra-se dividido em quatro partes. Nas primeiras duas partes expõe-se os aspectos históricos. Na primeira, têm-se o surgimento da denominação dos Estados Unidos, bem como dados biográficos sobre a sua fundadora Aimee Sample McPherson. Já na segunda parte, aborda-se também os dados históricos do surgimento da denominação no Brasil. Na terceira parte, expõem-se os aspectos teológicos da denominação. Procura-se mostrar aspectos fundamentais em relação a visão “quadrangular”, os quais se identificam com a origem do pentecostalismo clássico. Por fim, a quarta parte se preocupa com uma breve descrisção da estrutura eclesiástica da denominação. Ao final, são apresentadas as conclusões do trabalho, abordando as razões do crescimento e alguns de…

O Dia do Senhor: Recuperando uma benção perdida (resenha)

PAYNE. Jon D. No esplendor da santidade. São Paulo: Os Puritanos, 2015, p. 93-97. 
O autor inicia falando sobre algumas razões para a negligência acerca do Dia do Senhor. São elas: O Dispensacionalismo, a Revolução Industrial e o analfabetismo bíblico. O dispensacionalismo é uma corrente que acabou por desconsiderar muitos aspectos da Antiga Aliança. Assim, fazendo um recorte entre Velho e Novo Testamento, desconsiderou-se o Sábado Cristão, entendendo-o como um mero dia, como todos os outros da semana. Já a Revolução Industrial foi um evento que alterou a forma de viver da sociedade como um todo. Isso fez com que o capitalismo e o consumismo começassem a ditar o ritmo de vida das famílias, o qual se tornou cada vez mais acelerado. O resultado foi que o Dia do Senhor deixou de ser um momento de descanso e adoração a Deus, para se tornar um dia para divertimento, consumo e lazer. Por fim, o Analfabetismo Bíblico: a falta de conhecimento bíblico faz com que muitas não tenham as noções mais …
Esta bibliografia refere-se a todos os livros que li durante este primeiro ano no Seminário Presbiteriano Brasil Central, extensão Ji-Paraná. Foram livros pedidos pelos professores para fazer algum tipo de trabalho (resumo, resenha, relatório de leitura, declaração de leitura, etc.)
Com exceção do BERKHOF, cuja obra "Teologia Sistemática" li apenas a parte que estudei esse ano, todos os demais livros foram lidos inteiramente.
ANDRADE. Claudionor Côrrea de. Geografia Bíblica. Rio de Janeiro, CPAD, 1987 BUCKLAND. O líder de carne e osso. São Paulo, Vida Nova, 2003. BERKHOF. Louis. Princípios de Interpretação Bíblica. São Paulo, Cultura Cristã, 2004. ___________. Teologia Sistemática. 4ª Ed, São Paulo, Cultura Cristã, 2012. p. 1-164 BOICE. Jhon Montgomery. O Alicerce da Autoridade Bíblica. São Paulo, Vida Nova, 1989. CAMPOS. Héber. O Ser de Deus e os seus atributos. São Paulo, Cultura Cristã, 2012. CARSON, D. A. A exegese e suas falácias. São Paulo, Vida Nova, 2001 CLARK. Gordon. De Tal…

Relatório de Leitura: O Chamado para o ministério de Charles Spurgeon

Introdução
O objetivo do opúsculo de Spurgeon, denominado “O Chamado para o Ministério”, é trazer indícios que demonstrem se um jovem é ou não um vocacionado para o ministério pastoral. O autor mostra que existem algumas características bem claras que evidenciam o chamado para o episcopado. Introdutoriamente, Spurgeon lembra a importância da vocação para o exercício do ministério. Para ele, um pastor que não possui chamado para tal função é como um membro de igreja que, embora batizado e professo a sua fé, não é convertido. Ambos não são genuinamente o que nominalmente dizem ser. Dessa forma, o grande questionamento do livro é o seguinte: como pode o jovem saber se é vocacionado ou não? É, basicamente, essa pergunta que Spurgeon responderá neste livro.

Relatório de Leitura
A primeira marca da vocação ministerial é um intenso desejo de fazer a obra. Tal desejo não deve ser como um impulso repentino, o qual também pode desaparecer rapidamente, mas sim resultado de profunda reflexão. Sendo as…